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16 julho

Direito Digital em Sapucaia do Sul | Crimes Virtuais, Golpes Financeiros e Danos Morais

Defesa e acusação em casos de calúnia, difamação, injúria, fraudes bancárias e remoção de conteúdo ofensivo.


Ilustração de Direito Digital mostrando a balança da justiça, um hacker em frente ao computador e ícones de crimes virtuais, golpes financeiros e remoção de conteúdo ofensivo.

⚖️ Crimes Virtuais

Na era digital, a reputação pode ser atacada em segundos. Casos de calúnia, difamação e injúria na internet exigem resposta rápida e técnica. A atuação jurídica busca responsabilizar ofensores e proteger a honra nas redes sociais.

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23 julho

🏥 ERRO MÉDICO: Saiba Exatamente Como Agir e Busque Seus Direitos!

Foi vítima de erro médico em Sapucaia ou região? Entenda seus direitos, negligência, documentos e como buscar indenização. Conte com nosso apoio.

Continuando nossa série sobre direitos essenciais (depois de abordar o Direito Educacional), hoje tratamos de uma situação extremamente delicada e, infelizmente, mais comum do que se imagina: o erro médico. Na Advocacia Vera Catarina, compreendemos a dor e a indignação que podem surgir quando a confiança na área da saúde é quebrada. É crucial saber como agir para proteger sua saúde e garantir a justiça.

ERRO MÉDICO: Saiba Exatamente Como Agir e Busque Seus Direitos!

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O erro médico não se resume apenas a uma falha grave em uma cirurgia. Ele pode acontecer em diagnósticos, tratamentos, na administração de medicamentos e até na omissão de socorro.

16 julho

ACIDENTES DE TRÂNSITO: Saiba Exatamente Como Agir e Proteja Seus Direitos!

🚨 ACIDENTES DE TRÂNSITO: Saiba Exatamente Como Agir e Proteja Seus Direitos!

ACIDENTES DE TRÂNSITO: Saiba Exatamente Como Agir e Proteja Seus Direitos!

Sofreu um acidente de trânsito em Sapucaia ou região? Saiba as primeiras providências, documentos essenciais e como buscar indenização por danos. Conte com nossa assessoria jurídica.

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18 julho

Publicar acusação sem provas no Facebook gera indenização por dano moral




A publicação de comentários difamatórios no Facebook, sem comprovação do que se diz, gera indenização por danos morais. Assim entendeu a 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) para condenar o ex-funcionário de um restaurante que atribuiu ao estabelecimento a prática de assédio moral. Como as acusações não foram comprovadas no processo, deverá pagar R$ 1 mil ao restaurante.
Segundo o relator do processo, o juiz convocado Mauro Santos de Oliveira Góes, o funcionário ultrapassou os limites do direito à manifestação ao depreciar e caluniar o restaurante na rede social. “Do teor da referida postagem, nota-se que não há, diversamente do que sustenta o recorrente, mero relato de fatos pessoais experimentados pelo trabalhador no ambiente de trabalho. Há, na verdade, afirmações de caráter genérico, no sentido de que o reclamado promove, rotineira e sistematicamente, violações de caráter moral aos seus empregados, de forma indistinta”, afirmou o relator.

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Em seu voto, o magistrado falou sobre o direito à livre manifestação do pensamento previsto na Constituição Federal, mas ponderou que a mesma norma constitucional também resguarda o direito à indenização por dano à imagem. “Tratando-se de via de mão dupla, impõe-se concluir que o direito à livre manifestação do pensamento não pode ser exercido de forma ilimitada ou inconsequente, devendo o seu titular praticá-lo de forma responsável”.
A limitação ao exercício do direito à livre manifestação está prevista no artigo 187 do Código Civil. O dispositivo trata como ato ilícito o exercício de um direito que exceda os limites impostos por sua finalidade econômica ou social, ou ainda pela boa-fé ou pelos bons costumes, disse o relator. “Assim, uma vez verificado o excesso praticado pelo reclamante, no exercício do seu direito de livremente expressar-se, deve responder pelo dano causado”.
Reconvenção
A indenização por danos morais contra o trabalhador foi solicitada por um restaurante de Brasília durante o curso de um processo trabalhista ajuizado pelo próprio empregado, que reivindicava o pagamento de horas-extras e denunciava o descumprimento de cláusulas do acordo coletivo da categoria, bem como a ocorrência de descontos salariais indevidos, manipulação das folhas de ponto dos empregados e prática de assédio moral.
Os depoimentos das quatro testemunhas ouvidas durante a fase de instrução do processo, na 6ª Vara do Trabalho de Brasília, foram contraditórios e por isso não puderam ser utilizados como prova. Diante dessa situação, caberia ao autor da ação, ou seja, ao empregado do restaurante, comprovar por outros meios as irregularidades denunciadas. No entanto, o empregado não conseguiu reunir as provas necessárias.
Nesse momento da tramitação processual, o restaurante pediu à Justiça do Trabalho que punisse o trabalhador, com base no artigo 315 do Código de Processo Civil, que trata da chamada reconvenção, quando ao empregador (na condição de reclamado) é permitido solicitar a condenação do empregado (na condição de autor da reclamação trabalhista). 
Na primeira instância, a indenização por danos morais a ser paga pelo trabalhador foi arbitrada em R$ 2 mil. Já a Terceira Turma do TRT-10, considerando a situação econômica do empregado — que está desempregado e é pai de um filho portador da síndrome de Down ë decidiu reduzir a punição à metade do valor inicial. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-10.
Processo 0000873-27.2013.5.10.0006.

10 de julho de 2014 via ConJur - http://www.conjur.com.br/2014-jul-10/publicar-acusacao-provas-facebook-gera-dano-moral

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Defenda seus direitos, Direito trabalhista, Direito de Família, Direito do Consumidor 



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17 janeiro

Advocacia, Dra. Vera Catarina Rodrigues da Silva | Sapucaia do Sul


Dra. Vera Catarina Rodrigues da Silva.




 Bel. Vera Catarina Rodrigues da Silva, advogada e pedagoga formada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos em São Leopoldo RS.


  Com atuação nas áreas áreas cível, previdenciária e trabalhista.

   
 Visamos atender pessoas físicas e jurídicas com o máximo de qualidade, agilidade e eficiência, buscando sempre a satisfação e a preservação dos direitos e interesses.

   
  
 Temos como missão a excelência aos serviços prestados a todos nossos clientes.






Endereço: Rua Capitão Camboim, (Em cima da Loja Lola's Modas/ Cacau Show), nº 170, sala 201 - Centro - Sapucaia do Sul - RS. 

Fone: (51) 3452 4281. 

Celulares:
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OI: (51) 98568 - 1838
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06 novembro

Breve resumo da história do divórcio

Justiça e Liberdade: O Equilíbrio que Define Tudo, Segundo Camus

A provocação do filósofo Albert Camus – "Se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo" – é mais do que uma frase de efeito; é um diagnóstico preciso do maior desafio da vida em sociedade. No Direito, essa dança entre dois pilares fundamentais é constante e define o sucesso ou o fracasso de uma nação.
Será que esses conceitos são realmente opostos? Na prática jurídica, vemos que não. Eles são as duas faces da mesma moeda que compra algo essencial: a Dignidade da Pessoa Humana.  Quando a Justiça Sufoca a Liberdade, e Vice-Versa Pense na Justiça como a estrutura, o esqueleto que sustenta a sociedade. Ela está nos códigos, nas leis e nas decisões dos tribunais. É o que garante que seus direitos serão respeitados. Já a Liberdade é o sopro de vida, a capacidade de agir, pensar e se expressar dentro desse mesmo espaço.  O grande perigo, como bem apontado em nossa análise sobre os limites da liberdade de expressão, é quando um quer anular o outro:  Liberdade sem Justiça vira caos e arbítrio. É o mais forte oprimindo o mais fraco, sob a falsa bandeira de "cada um por si".  Justiça sem Liberdade vira tirania. É a lei usada como instrumento de controle, esmagando a autonomia e a criatividade humanas.  O Equilíbrio na Prática: Onde o Direito Entra É no dia a dia dos tribunais que essa conciliação ganha vida. A jurisprudência – o conjunto de decisões judiciais – não para de buscar esse ponto de equilíbrio. O Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, constantemente é chamado a calibrar essa balança em casos delicados que envolvem:  Direitos Fundamentais: Garantir a liberdade de manifestação, assegurando, ao mesmo tempo, que os protestos não violem o direito à segurança e ao patrimônio alheio.  Direitos do Consumidor: Estabelecer uma relação justa (Justiça) entre empresas e consumidores, sem estrangular a livre iniciativa (Liberdade) – tema que abordamos em postagens sobre relações de consumo.  A própria aplicação das leis penais é um exercício diário desse equilíbrio: como punir o culpado (Justiça) sem abrir mão de suas garantias processuais e do direito de defesa (Liberdade)?  E Nós, Onde Ficamos Nisso? Esse dilema não é só para togados e doutrinadores. Ele está no nosso cotidiano:  No condomínio, quando regras (Justiça) são necessárias para garantir a paz e a privacidade de todos (Liberdade).  No trabalho, quando a hierarquia e a produtividade precisam coexistir com a autonomia e a criatividade do funcionário.  Nas redes sociais, onde a liberdade de expressão encontra seu limite no respeito à honra e à imagem do próximo.  Falhar em Tudo é Abrir Mão da Busca A advertência de Camus é um alerta solene. Uma sociedade que escolhe um valor em detrimento total do outro está fadada ao colapso. O progresso econômico sem justiça social é excludente. A ordem imposta pela força, sem liberdade, é uma prisão.  O papel do Direito, e de todos nós como cidadãos, é não cansar de buscar esse equilíbrio. É entender que uma justiça verdadeira é libertadora, e uma liberdade plena só existe onde a justiça é para todos.  Quer se aprofundar em como esses conceitos se aplicam a situações reais? Explore nosso blog e descubra como o Direito está presente na sua vida, trabalhando incessantemente para conciliar Justiça e Liberdade.  Continue lendo: Direitos Humanos para Humanos Direitos
Breve resumo da história do divórcio

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