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28 fevereiro

Advocacia sapucaia do sul, Causas cíveis, trabalhistas, previdenciárias, Direito da família, alimentos, separações, divórcios, Direito do consumidor

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ADVOCACIA VERA CATARINA















Site / blog: http://advsapucaia.blogspot.com.br



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26 março

Advocacia, advogados, Sapucaia do Sul, whatsapp

ADVOCACIA VERA CATARINA















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03 abril

Especialistas respondem principais dúvidas | Guia do divórcio

Passo a passo para tornar esse momento difícil mais prático e menos problemático; veja como funciona a divisão dos bens, guarda dos filhos, a pensão alimentícia e o divórcio litigioso


Geralmente, a guarda dos filhos é uma questão que costuma causar divergências entre as partes. Atualmente, a guarda compartilhada entre pai e mãe é uma tendência







Via - IG
Por Aline Viana - especial para o iG | 

Antes 2010, se divorciar de alguém era um processo longo e penoso, mesmo quando havia consenso entre as duas partes. Mas com a publicação da emenda constitucional 66 naquele ano, tudo ficou mais simples. “Ela instituiu o divórcio como única modalidade de separação de um casal”, explica Luís Fernando Gevaerd, advogado especializado em Direito de Família.
Com a emenda, os antigos parceiros deixaram de ter que esperar um ano para dar entrada no divórcio. A nova legislação acabou ainda com a necessidade de se apontar uma causa para se divorciar.
“Houve uma desburocratização, começou a se perceber que os divórcios prolongados eram algo injustificado: não fazia sentido alguém ser condenado a permanecer casado porque não conseguia obter a sentença. Os processos poderiam levar três a quatro anos, numa situação terrível”, conta Gevaerd.
Mesmo com essa simplificação, o divórcio ainda provoca muitas dúvidas em quem pensa em recorrer a ele. Esclarecendo essas dúvidas, Gevaerd e o também especialista em Direito de Família Luiz Fernando Valladão respondem as principais questões sobre o tema.
Fone: (51) 9918 451 81 - CLIQUE AQUI E FAÇA CONTATO PELO WHATSAPP

07 outubro

Advocacia | Dra. Vera Catarina R. da Silva | Sapucaia do Sul.




Áreas de atuação, resumo de serviços.


1) Direito Civil:




a) Família e Sucessões:
Separação;
Divórcio;
Guarda dos filhos;
Alimentos;
Divisão de bens;
Inventário;
Reconhecimento e Dissolução de união estável;
Investigação e negatória de paternidade;

b) Contratos:
Revisão de contratos de Bancários (Financiamentos, Arrendamentos, Cheque Especial e Cartão de Crédito);
Compra-e-venda de imóveis e empresas;
Doação;
Proteção aos direitos dos consumidores;


c) Responsabilidade civil:
Indenização por danos morais, estéticos, patrimoniais e correlatos;
Erro médico;
Acidente de trânsito;
Inscrições indevidas em órgãos de proteção ao crédito (SPC, SERASA, CADIN);


d) Direitos reais:
Proteção à propriedade;
Reintegração de posse;
Usucapião;
Despejos;


e) Direitos Patrimoniais:
Cobrança de títulos de crédito (Cheques, Notas Promissórias, Duplicatas, etc....);
Defesa em ações de execução e penhora de bens;



2) Direito do Trabalho:




Reclamatórias Trabalhistas;
Defesas de empresas;
Elaboração de contratos;
Revisão de direitos trabalhistas para empregados;
Consultoria para setores de Recursos Humanos;


3) Direito Administrativo:



Proteção aos direitos fundamentais;
Mandados de segurança;
Licitações;
Concursos;
Ações Previdenciárias;



Endereço: Rua Capitão Camboim, (Em cima da Loja Lola's Modas/ Cacau Show), nº 170, sala 201 - Centro - Sapucaia do Sul - RS. 

Fone: (51) 3452 4281. 

Celulares:
TIM: (51) 8123-0414
OI: (51) 8568 - 1838
Claro: (51) 9184-5181




Email: contato@veracatarina.com.br

   




17 janeiro

Guia do divórcio: especialistas respondem principais dúvidas

Passo a passo para tornar esse momento difícil mais prático e menos problemático; veja como funciona a divisão dos bens, guarda dos filhos, a pensão alimentícia e o divórcio litigioso


Geralmente, a guarda dos filhos é uma questão que costuma causar divergências entre as partes. Atualmente, a guarda compartilhada entre pai e mãe é uma tendência





Via - IG
Por Aline Viana - especial para o iG | 

Antes 2010, se divorciar de alguém era um processo longo e penoso, mesmo quando havia consenso entre as duas partes. Mas com a publicação da emenda constitucional 66 naquele ano, tudo ficou mais simples. “Ela instituiu o divórcio como única modalidade de separação de um casal”, explica Luís Fernando Gevaerd, advogado especializado em Direito de Família.

08 dezembro

8 de dezembro dia da Justiça

8 de dezembro dia da Justiça


"Se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo"
Albert Camus



06 novembro

Breve resumo da história do divórcio

Justiça e Liberdade: O Equilíbrio que Define Tudo, Segundo Camus

A provocação do filósofo Albert Camus – "Se o homem falhar em conciliar a justiça e a liberdade, então falha em tudo" – é mais do que uma frase de efeito; é um diagnóstico preciso do maior desafio da vida em sociedade. No Direito, essa dança entre dois pilares fundamentais é constante e define o sucesso ou o fracasso de uma nação.
Será que esses conceitos são realmente opostos? Na prática jurídica, vemos que não. Eles são as duas faces da mesma moeda que compra algo essencial: a Dignidade da Pessoa Humana.  Quando a Justiça Sufoca a Liberdade, e Vice-Versa Pense na Justiça como a estrutura, o esqueleto que sustenta a sociedade. Ela está nos códigos, nas leis e nas decisões dos tribunais. É o que garante que seus direitos serão respeitados. Já a Liberdade é o sopro de vida, a capacidade de agir, pensar e se expressar dentro desse mesmo espaço.  O grande perigo, como bem apontado em nossa análise sobre os limites da liberdade de expressão, é quando um quer anular o outro:  Liberdade sem Justiça vira caos e arbítrio. É o mais forte oprimindo o mais fraco, sob a falsa bandeira de "cada um por si".  Justiça sem Liberdade vira tirania. É a lei usada como instrumento de controle, esmagando a autonomia e a criatividade humanas.  O Equilíbrio na Prática: Onde o Direito Entra É no dia a dia dos tribunais que essa conciliação ganha vida. A jurisprudência – o conjunto de decisões judiciais – não para de buscar esse ponto de equilíbrio. O Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, constantemente é chamado a calibrar essa balança em casos delicados que envolvem:  Direitos Fundamentais: Garantir a liberdade de manifestação, assegurando, ao mesmo tempo, que os protestos não violem o direito à segurança e ao patrimônio alheio.  Direitos do Consumidor: Estabelecer uma relação justa (Justiça) entre empresas e consumidores, sem estrangular a livre iniciativa (Liberdade) – tema que abordamos em postagens sobre relações de consumo.  A própria aplicação das leis penais é um exercício diário desse equilíbrio: como punir o culpado (Justiça) sem abrir mão de suas garantias processuais e do direito de defesa (Liberdade)?  E Nós, Onde Ficamos Nisso? Esse dilema não é só para togados e doutrinadores. Ele está no nosso cotidiano:  No condomínio, quando regras (Justiça) são necessárias para garantir a paz e a privacidade de todos (Liberdade).  No trabalho, quando a hierarquia e a produtividade precisam coexistir com a autonomia e a criatividade do funcionário.  Nas redes sociais, onde a liberdade de expressão encontra seu limite no respeito à honra e à imagem do próximo.  Falhar em Tudo é Abrir Mão da Busca A advertência de Camus é um alerta solene. Uma sociedade que escolhe um valor em detrimento total do outro está fadada ao colapso. O progresso econômico sem justiça social é excludente. A ordem imposta pela força, sem liberdade, é uma prisão.  O papel do Direito, e de todos nós como cidadãos, é não cansar de buscar esse equilíbrio. É entender que uma justiça verdadeira é libertadora, e uma liberdade plena só existe onde a justiça é para todos.  Quer se aprofundar em como esses conceitos se aplicam a situações reais? Explore nosso blog e descubra como o Direito está presente na sua vida, trabalhando incessantemente para conciliar Justiça e Liberdade.  Continue lendo: Direitos Humanos para Humanos Direitos
Breve resumo da história do divórcio

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